3 tendências para otimizar o atendimento odontológico

Filipe Cipolla • 14 de janeiro de 2021

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3 tendências para otimizar o atendimento odontológico

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A Future Marketing é uma agência de estratégia digital fundada em 2012 e especializada no setor da saúde desde 2018.


Com mais de 300 médicos e clínicas atendidos, reúne uma equipe multidisciplinar que integra comunicação, tecnologia e visão de negócios para fortalecer a presença digital de profissionais e instituições de saúde.

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Por mais que, aparentemente, o seu negócio não tenha nada a ver com tecnologias e com o meio digital, vivemos na era da informação, por isso, para que o seu consultório não fique para trás, é importante se modernizar também, principalmente quando falamos em atendimento odontológico. 


Atualmente há diversas tecnologias que podem facilitar todo o funcionamento da sua clínica, além de deixar tudo informatizado, como uma forma de evitar que dados importantes e prontuários se percam, simplificando os atendimentos.


A seguir, acompanhe algumas tendências neste artigo escrito.


1. Software de gerenciamento


A grande maioria das clínicas já possuem sistemas de agendamento e prontuário online. Exatamente por ser uma ferramenta essencial e que proporciona o bom funcionamento de qualquer consultório, isso é cada vez mais comum.


É através dos sistemas que a recepcionista, além de organizar a agenda dos dentistas junto a marcação dos pacientes, ainda retém todo o banco de dados, que contém informações importantes como: nome, endereço, plano dental, telefone, entre outros. Através desses dados é possível confirmar, remarcar ou cancelar uma consulta.


Além disso, com os prontuários digitais há uma grande facilidade em relembrar sobre as últimas consultas dos pacientes, quais são as suas reclamações ou se é a primeira vez no seu consultório de odontologia. É também uma forma que você, enquanto dentista, consegue saber no momento da consulta se certos procedimentos que você quer indicar para o paciente são cobertos pelo plano dental ou não.


Atualmente, existem softwares que fazem automaticamente todo o faturamento da empresa. Seja por pagamentos particulares ou por plano dental, com uma base de dados e planilhas que contém os valores que cada convênio paga, é possível fazer o fechamento por dia, por profissional, por forma de pagamento ou por mês.


Isso é ótimo não apenas para manter o controle, mas principalmente para saber se tudo está funcionando conforme deveria, se os pagamentos estão em dia e se estão sendo cobrados da forma certa.


As principais funções de um bom software de gestão são:


  • marcação de agenda;
  • prontuários digitais;
  • contas a pagar e a receber;
  • controle financeiro;
  • emissão de boletos.


Há ainda outras atualizações sempre a caminho. Diferentes softwares podem oferecer diferentes funções, mas as apresentadas acima são as principais e essenciais.


2. Tecnologia a favor dos procedimentos


A cada dia, novas tecnologias são testadas, aprovadas e implantadas. Talvez nem todas façam sentido para o seu estabelecimento ou para a sua especialização da odontologia, mas é necessário estar por dentro delas para proporcionar futuras melhorias ao atendimento odontológico.

A seguir, vemos algumas das principais:


Impressão 3D


Essa inovação tecnológica veio para ficar na odontologia. Elas podem ser usadas para criar modelos odontológicos, como também fazer parte do planejamento pré-cirúrgico. Não são muitos os lugares no Brasil hoje que possuem o capital financeiro para investir nesse produto.

Com essa impressora, é possível imprimir próteses à base de porcelana, chamadas de lente de contato para os dentes. É utilizado nos casos em que os pacientes querem um sorriso branco, mas não têm paciência para as outras opções de tratamentos mais longos, como o clareamento a laser.

É importante pensar que é um tratamento caro e que, provavelmente, não é coberto pelo plano dental. Ou seja, não são todas as pessoas que vão ter acesso e dinheiro para contratar esse tipo de serviço.


Aplicação de anestesia


Estações computadorizadas para a aplicação da anestesia tem sido um grande sucesso nas clínicas, exatamente por fazer com que os pacientes se sintam mais confortáveis.

Dessa forma, o dentista pode aplicar a anestesia apenas no dente que será tratado, fazendo com que o paciente não sofra com dormência em toda a boca, como normalmente acontece.


3. Marketing Digital


Qualquer empresa deveria investir em marketing digital nos dias de hoje, independente do segmento. Na área da saúde, isso pode ser um grande diferencial, inclusive para agregar valor ao atendimento odontológico.


Investir em marketing hoje, significa tornar-se visível para o mercado. É a forma principal para que novos clientes te achem e vão atrás de você, além de ser a maneira ideal de fidelizar os antigos.

É possível criar estratégias para qualquer que seja o seu objetivo: captação de novos clientes, aumento no tráfego do site, tornar-se autoridade no assunto, como também ser a clínica de odontologia melhor posicionada.


Dentro do marketing digital, existem estratégias específicas, como o Inbound, de Conteúdo, de Relacionamento, entre outros. Todos eles prezam por uma coisa, acima de tudo: o bom relacionamento que a sua marca vai ter com o seu público.


Por isso é importante investir em um bom relacionamento com todos os seus pacientes, sendo em atendimento particular ou através do plano dental. Mantenha o canal de comunicação aberto, ouça sugestões e reclamações. Fidelizar um paciente garante não apenas o seu retorno, mas a grande probabilidade de que ele indique o seu consultório para outros.


Pronto para investir?


Essas são algumas das tendências para atendimento odontológico. É importante entender se todas elas fazem sentido para a sua empresa, assim como também é possível procurar outras que funcionem melhor para o seu negócio.


O essencial é sempre estar atualizado, pois, há uma grande probabilidade que as tendências sejam ultrapassadas de forma muito rápida. Por isso, é válido definir se vale a pena ou não comprar determinado aparelho, investir em algum serviço ou, se em pouco tempo terá um melhor e mais sofisticado no mercado.


Conforme dito anteriormente, o foco sempre deve ser em oferecer a melhor experiência no atendimento odontológico. Ou seja, se a maior parte dos pacientes que você atende são através do plano dental e nenhuma das novas tendências são cobertas por esses planos de saúde, será que vale a pena investir nelas?


É preciso analisar cada um desses detalhes, para que nem você e nem o seu paciente saiam prejudicados, afinal, você está buscando o que é melhor para os dois.


—-

Este artigo foi escrito em parceria com a Clínica Ideal. 


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Na prática, isso significa que qualquer uso de IA com finalidade de marketing — seja para gerar conteúdo, automatizar atendimento, personalizar comunicações ou fazer anúncios — precisa estar alinhado com a Resolução CFM nº 2.336/2023, que regulamenta a publicidade médica. Não é uma restrição nova ao marketing. É a confirmação de que as regras de publicidade médica se aplicam também quando a ferramenta que gera o conteúdo é uma IA. 2. Conteúdo gerado por IA precisa respeitar os mesmos limites do conteúdo humano Se um artigo de blog escrito por humano não pode prometer resultados, um artigo gerado por IA também não pode. Se um post no Instagram feito por uma pessoa não pode usar antes e depois, um post criado com IA também não pode. Isso parece óbvio, mas na prática muitas clínicas já usam ferramentas de IA para gerar conteúdo em volume sem revisão criteriosa — e parte desse conteúdo viola as regras do CFM sem que ninguém perceba. 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Usar IA para "diagnosticar" ou orientar condutas sem supervisão humana é vedado — e agora está explícito em resolução. 4. O paciente tem o direito de saber quando a IA foi usada O artigo 11 da resolução é claro: qualquer utilização de IA deve ser comunicada e explicada ao paciente, reforçando que o sistema serve de apoio ao médico, mas não substitui a decisão humana. Para o marketing digital, isso tem implicações concretas: se a clínica usa IA para personalizar comunicações, enviar mensagens automáticas ou gerar conteúdo que chega ao paciente, há um dever crescente de transparência sobre isso. Ainda não há regulamentação específica sobre como essa comunicação deve ser feita no ambiente digital, mas o princípio de transparência está estabelecido — e o CFM tende a aprofundar isso em normas complementares. 5. 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Usar IA na produção de conteúdo educativo — artigos, posts, vídeos — desde que o conteúdo respeite as regras da Resolução 2.336/2023 e seja revisado pelo médico antes da publicação. Usar IA no marketing digital — desde que com finalidade ética, sem promessas de resultado e dentro dos limites da publicidade médica. Classificação de risco: o que o médico precisa saber A resolução criou três categorias de risco para sistemas de IA na medicina: Baixo risco: agendamento, chatbots com informações gerais, gestão logística, tradução de prontuários. Menor exigência regulatória, monitoramento periódico. Médio risco: sistemas que apoiam decisões clínicas importantes mas não as executam de forma autônoma. Exige supervisão humana ativa e controles de segurança. Alto risco: sistemas que influenciam diretamente decisões médicas críticas, especialmente em situações de vida ou morte. Exige validação rigorosa, auditorias regulares e monitoramento contínuo. 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Com o princípio de transparência estabelecido pela resolução, agências que usam IA precisam ser claras com seus clientes sobre quais processos são automatizados e como a supervisão humana acontece. Na Future Marketing, o uso de IA na produção de conteúdo médico sempre foi feito com supervisão especializada — e a Resolução 2.454/2026 formaliza exatamente essa abordagem. Cada artigo, cada texto de site, cada comunicação gerada com auxílio de IA passa por revisão de profissionais com experiência em marketing médico e conhecimento das normas do CFM antes de ser publicado. Conclusão A Resolução CFM 2.454/2026 não é um freio à inovação. É um marco regulatório que legitima o uso de IA na medicina e, ao mesmo tempo, define com clareza onde estão os limites. Para o médico, o recado é duplo: você pode — e deve — usar IA para ser mais eficiente, mais presente digitalmente e mais competitivo. Mas a responsabilidade pelo que a IA faz em seu nome é sua. 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