Gláucia Labinas

Future Marketing • 25 de agosto de 2022

Compartilhe este post

Gláucia Labinas

O Rebranding & A Evolução da Marca

 

A marca antiga da Dra. Gláucia não trazia nenhum tipo de representação visual do atendimento oferecido pela profissional. 


O símbolo era muito simples e não fazia referência a nenhum fator como: especialidade, valores da Dra., estilo, etc. Até mesmo a tipografia era muito simples e sem nenhum pensamento estratégico. 


A paleta de cores não transmitia a sofisticação almejada pela Dra. Gláucia e, de forma geral, o logotipo antigo precisava ser substituído.


Para a nova marca, fizemos questão de englobar todos os valores da Dra. Gláucia e pensar no logotipo como uma ferramenta estratégica para unir todo o universo visual da nova marca.

Logo antigo da Dra. Gláucia Labinas

Logo antigo da Dra. Gláucia Labinas

Moodboard & Conceito

 

Para a construção da nova marca da Dra. Gláucia Labinas, fizemos uma análise em cima de sua marca anterior e chegamos a conclusão de que ela não refletia mais os valores e o atendimento da Dra. Gláucia. 


Assim, durante o desenvolvimento da nova marca, optamos em criar um design sensorial, que transmitisse de forma visual todas as sensações de uma consulta com a Dra. Gláucia. Criamos um moodboard para balizar o processo de desenho da marca e chegamos aos conceitos principais que deveriam ser representados o projeto: delicadeza, cuidado, sofisticação e elegância.


Era importante que utilizássemos formas orgânicas e leves, para retratar o atendimento delicado da Dra. Gláucia e sua proximidade com os pacientes. As flores fizeram um bom papel representando a fluidez, afeto e suavidade. Enquanto isso, os tons de pele criaram mais uma relação com a sua especialidade, a Dermatologia.

Uma colagem de fotos na parede com as costas de uma mulher e as mãos estendidas.

A Nova Marca

 

Depois de analisarmos quais eram as maiores necessidades para o rebranding da Dra. Gláucia, desenvolvemos a nova marca como uma solução para tods as questões levantadas durante a etapa de pesquisa.


Assim, a nova marca conta com um símbolo que representa uma assinatura pessoal da Dra. Gláucia, representando a proximidade da profissional com seus pacientes.


A tipografia ficou responsável pela tradução dos valores de elegância e delicadeza, uma vez que pudemos combinar uma fonte sofisticada com uma fonte cursiva, que traz o lado humano da marca.


A paleta de cores fio criada pensando em não nos afastar muito da paleta anterior, mas ainda assim criar uma evolução. O objetivo é desenvolver uma marca feminina, delicada e estratégica. A ideia principal por trás das cores escolhidas foi o uso de tons de pele diversos, para representar a especialidade da dermatologia.

Um monte de cartas estão penduradas na parede.
Um conjunto de quatro logotipos para um dermatologista.
Um logotipo de um dermatologista com um pedaço de madeira em primeiro plano
Um conjunto de papelaria com uma flor
Uma área de recepção com parede de madeira e balcão branco.
Uma colagem de rostos de três pessoas diferentes com sardas.

Vamos criar sua marca juntos?

Fale conosco!

• Black September Future, condição exclusiva do ano

Condições exclusivas para começar seu marketing com desconto.

Condições especiais somente até o fim de setembro.

Conheça a Future Marketing para Saúde

Há mais de 10 anos ajudamos médicos, clínicas e profissionais da saúde a fortalecer sua presença digital, atrair mais pacientes e crescer de forma sustentável. Unimos estratégia, tecnologia e performance em soluções completas para a área da saúde.

Conheça a Future Marketing

Posts recentes

Clínica Paraíso - Identidade Visual
Por Future Marketing • 25 de setembro de 2026
A Clínica Paraíso é uma clínica de Medicina Integrativa e Regenerativa. Eles procuraram a Future Marketing para desenvolver sua Identidade Visual.
Por Future Marketing • 18 de setembro de 2026
A inteligência artificial deixou de ser uma promessa distante no consultório médico. Em fevereiro de 2026, o Conselho Federal de Medicina publicou a Resolução CFM nº 2.454/2026 , que normatiza o uso de IA na medicina — e que entra em vigor agora, em agosto de 2026, após os 180 dias previstos no texto. Para médicos e clínicas que já usam ou planejam usar IA no atendimento, na gestão e no marketing, a resolução traz regras claras. Ignorá-las não é uma opção: o descumprimento sujeita o médico a sanções éticas, sem prejuízo de responsabilidade civil e penal. Este artigo traduz os pontos mais relevantes da resolução para a realidade do marketing médico digital — sem juridiquês, com foco no que muda na prática. O que é a Resolução CFM 2.454/2026? É a primeira norma do CFM dedicada exclusivamente à inteligência artificial na medicina. Ela estabelece regras para pesquisa, desenvolvimento, governança, auditoria, monitoramento e uso responsável de IA em todo o ciclo da prática médica — do diagnóstico ao marketing. A resolução não proíbe o uso de IA. Pelo contrário: reconhece que a tecnologia é uma aliada da medicina. O que ela faz é definir os limites éticos dentro dos quais essa aliança pode — e deve — operar. O princípio central é simples e repetido em vários artigos: a IA é ferramenta de apoio. O médico é o responsável final por tudo. O que muda especificamente para o marketing médico 1. IA usada para fins publicitários tem regra própria O artigo 7º, parágrafo 3º da resolução é direto: "O uso de modelos, sistemas e aplicações de IA aplicados à medicina com finalidade mercantil, publicitária ou promocional deve observar rigorosamente as normas éticas relativas à publicidade médica." Na prática, isso significa que qualquer uso de IA com finalidade de marketing — seja para gerar conteúdo, automatizar atendimento, personalizar comunicações ou fazer anúncios — precisa estar alinhado com a Resolução CFM nº 2.336/2023, que regulamenta a publicidade médica. Não é uma restrição nova ao marketing. É a confirmação de que as regras de publicidade médica se aplicam também quando a ferramenta que gera o conteúdo é uma IA. 2. Conteúdo gerado por IA precisa respeitar os mesmos limites do conteúdo humano Se um artigo de blog escrito por humano não pode prometer resultados, um artigo gerado por IA também não pode. Se um post no Instagram feito por uma pessoa não pode usar antes e depois, um post criado com IA também não pode. Isso parece óbvio, mas na prática muitas clínicas já usam ferramentas de IA para gerar conteúdo em volume sem revisão criteriosa — e parte desse conteúdo viola as regras do CFM sem que ninguém perceba. A resolução torna o médico responsável pelo conteúdo gerado por IA publicado em seu nome, da mesma forma que é responsável pelo conteúdo escrito por um funcionário ou agência. 3. Chatbots e atendimento automatizado: atenção redobrada A resolução classifica chatbots que fornecem informações gerais de saúde sem personalizar aconselhamento clínico como soluções de baixo risco . Isso significa que ferramentas de atendimento automatizado no WhatsApp ou no site — usadas para triagem, agendamento e respostas a dúvidas genéricas — estão dentro do permitido, desde que bem configuradas. O problema começa quando o chatbot ultrapassa esse limite e passa a dar orientações clínicas específicas. Aí, a classificação de risco sobe, as exigências aumentam e o médico assume responsabilidade integral sobre o que a ferramenta comunica. A linha prática: usar IA para agendar, confirmar, responder horários e filtrar contatos é permitido e incentivado. Usar IA para "diagnosticar" ou orientar condutas sem supervisão humana é vedado — e agora está explícito em resolução. 4. O paciente tem o direito de saber quando a IA foi usada O artigo 11 da resolução é claro: qualquer utilização de IA deve ser comunicada e explicada ao paciente, reforçando que o sistema serve de apoio ao médico, mas não substitui a decisão humana. Para o marketing digital, isso tem implicações concretas: se a clínica usa IA para personalizar comunicações, enviar mensagens automáticas ou gerar conteúdo que chega ao paciente, há um dever crescente de transparência sobre isso. Ainda não há regulamentação específica sobre como essa comunicação deve ser feita no ambiente digital, mas o princípio de transparência está estabelecido — e o CFM tende a aprofundar isso em normas complementares. 5. O médico não pode delegar à IA a comunicação de diagnósticos O artigo 5º, parágrafo 2º proíbe que o médico delegue à IA a comunicação de diagnósticos, prognósticos ou decisões terapêuticas sem a devida mediação humana. Para quem usa automação no pós-consulta — envio de resultados, instruções de tratamento, retornos — isso exige revisão dos fluxos. Mensagens automáticas que contenham informações clínicas específicas precisam passar por validação humana antes de chegar ao paciente. O que a resolução confirma que pode Para além das restrições, é importante registrar o que a resolução legitima: Usar IA como apoio à decisão clínica — diagnóstico assistido, análise de exames, sugestão de condutas — desde que o médico mantenha a decisão final. Usar IA em gestão e administração — agendamento, logística, organização de prontuários — com menor grau de exigência regulatória. Usar IA na produção de conteúdo educativo — artigos, posts, vídeos — desde que o conteúdo respeite as regras da Resolução 2.336/2023 e seja revisado pelo médico antes da publicação. Usar IA no marketing digital — desde que com finalidade ética, sem promessas de resultado e dentro dos limites da publicidade médica. Classificação de risco: o que o médico precisa saber A resolução criou três categorias de risco para sistemas de IA na medicina: Baixo risco: agendamento, chatbots com informações gerais, gestão logística, tradução de prontuários. Menor exigência regulatória, monitoramento periódico. Médio risco: sistemas que apoiam decisões clínicas importantes mas não as executam de forma autônoma. Exige supervisão humana ativa e controles de segurança. Alto risco: sistemas que influenciam diretamente decisões médicas críticas, especialmente em situações de vida ou morte. Exige validação rigorosa, auditorias regulares e monitoramento contínuo. Para o médico que usa IA no consultório ou na clínica, entender em qual categoria cada ferramenta se encaixa é o primeiro passo para estar em conformidade com a resolução. O papel da agência de marketing nesse novo cenário A Resolução 2.454/2026 muda a forma como agências de marketing médico devem operar. Trabalhar com IA na produção de conteúdo, na automação de atendimento e na gestão de campanhas para médicos exige agora: Conhecimento da regulação. Uma agência que gera conteúdo com IA para um médico sem entender os limites do CFM expõe o cliente a risco ético real. O médico é o responsável final, mas o dano começa na produção. Revisão humana qualificada. Todo conteúdo gerado por IA e publicado em nome de um médico precisa de revisão antes de ir ao ar — não apenas para correção de texto, mas para verificação de conformidade com as regras de publicidade médica. Transparência nas ferramentas usadas. Com o princípio de transparência estabelecido pela resolução, agências que usam IA precisam ser claras com seus clientes sobre quais processos são automatizados e como a supervisão humana acontece. Na Future Marketing, o uso de IA na produção de conteúdo médico sempre foi feito com supervisão especializada — e a Resolução 2.454/2026 formaliza exatamente essa abordagem. Cada artigo, cada texto de site, cada comunicação gerada com auxílio de IA passa por revisão de profissionais com experiência em marketing médico e conhecimento das normas do CFM antes de ser publicado. Conclusão A Resolução CFM 2.454/2026 não é um freio à inovação. É um marco regulatório que legitima o uso de IA na medicina e, ao mesmo tempo, define com clareza onde estão os limites. Para o médico, o recado é duplo: você pode — e deve — usar IA para ser mais eficiente, mais presente digitalmente e mais competitivo. Mas a responsabilidade pelo que a IA faz em seu nome é sua. Escolher bem as ferramentas e trabalhar com quem entende as regras do setor deixou de ser um diferencial e passou a ser uma exigência. Perguntas Frequentes
Identidade Visual - Instituto Ohara Rezende
Por Future Marketing • 17 de setembro de 2026
O Instituto Ohara Rezende é um Centro de Saúde e Desenvolvimento Materno-Infantil. Ela procurou a Future Marketing para desenvolver sua Identidade Visual.